Empiema Pleural Pediátrico: Diagnóstico e Manejo Urgente

UFAL/HUPAA - Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes (AL) — Prova 2017

Enunciado

Hugo, oito meses de vida, foi internado na UTI pediátrica devido a quadro de pneumonia muito grave, Sato 2: 89% em ar ambiente e respiração irregular. Realizada radiografia de tórax foi evidenciado infiltrado intersticial grosseiro em base de hemitórax esquerdo, com opacificação de seios costofrênico e cardiofrênico à esquerda, de modo que foi iniciada antibioticoterapia com ampicilina. Cerca de quatro dias após o início do tratamento, Hugo começou a ter febre (39 graus), piora do padrão respiratório, queda do estado geral, além da diminuição do múrmurio vesicular à esquerda. Foi realizada nova radiografia de tórax, com hipotransparência de dois terços do hemitórax esquerdo, com desvio do mediastino para a direita. Qual a melhor conduta nesse caso?

Alternativas

  1. A) Associar gentamicina ao esquema terapêutico e repetir radiografia de tórax com 72 horas.
  2. B) Realizar drenagem pleural, sendo pH<7,2 ou glicose < 40 mg/dL associar gentamicina.
  3. C) Realizar drenagem pleural sendo pH<7,2 ou glicose<40mg/dL ou gram/cultura positiva, iniciar Vancomicina.
  4. D) Realizar drenagem pleural, se pH >7,2 e glicose > 40mg/dL, iniciar Oxacilina, mesmo se bacterioscopia negativa.
  5. E) Iniciar Oxacilina e aguardar 72 horas. Caso ocorra persistência do quadro clínico e radiológico, realizar drenagem pleural.

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