DASA - Diagnósticos da América (SP) — Prova 2023
Sobre Empiemas Pleurais, assinale a correta.
Empiema pleural: Fase III (Crônica) = fibrose espessa → restrição pulmonar → decorticação pulmonar é o tratamento de escolha.
O empiema pleural evolui em fases: exsudativa (fluido estéril), fibrinopurulenta (pus, fibrina) e crônica/organizacional (fibrose). Na fase crônica, a formação de uma membrana espessa restringe a reexpansão pulmonar, e a decorticação pulmonar é o tratamento cirúrgico com melhores resultados para restaurar a função pulmonar.
O empiema pleural é uma coleção de pus no espaço pleural, geralmente uma complicação de pneumonia bacteriana. É uma condição grave que requer diagnóstico e tratamento adequados para evitar morbidade e mortalidade significativas. A compreensão das fases do empiema é crucial para guiar a conduta terapêutica, que pode variar desde antibioticoterapia e drenagem simples até procedimentos cirúrgicos complexos. A evolução do empiema pleural é classicamente descrita em três fases. A Fase I, exsudativa, é caracterizada por um líquido pleural fluido e estéril, com poucas células. A Fase II, fibrinopurulenta, envolve a formação de pus, fibrina e septações, tornando o líquido mais espesso e a drenagem mais difícil. A Fase III, organizacional ou crônica, é a mais avançada, com proliferação acentuada de fibroblastos e deposição de colágeno, resultando na formação de uma membrana fibrosa espessa que aprisiona o pulmão e impede sua reexpansão. O tratamento do empiema pleural depende da fase da doença. Nas fases iniciais, antibioticoterapia e drenagem torácica com cateter podem ser suficientes. Na fase fibrinopurulenta, a adição de fibrinolíticos intrapleurais pode ajudar a quebrar as septações e melhorar a drenagem. Na Fase III, crônica, a decorticação pulmonar é frequentemente o tratamento de escolha. Este procedimento cirúrgico remove a membrana fibrosa espessa, permitindo a reexpansão do pulmão e a recuperação da função respiratória. A escolha do tratamento deve ser individualizada, considerando a fase da doença, a condição clínica do paciente e a experiência da equipe médica.
O empiema pleural classicamente se divide em três fases: Fase I (Exsudativa), com líquido pleural fluido e estéril; Fase II (Fibrinopurulenta), com líquido purulento, fibrina e septações; e Fase III (Organizacional ou Crônica), caracterizada por intensa fibrose e formação de uma membrana espessa que aprisiona o pulmão.
A decorticação pulmonar é indicada principalmente na Fase III (Crônica) do empiema pleural, quando há uma membrana fibrosa espessa que impede a reexpansão pulmonar e causa restrição funcional. O objetivo é remover essa membrana para permitir a expansão completa do pulmão e melhorar a função respiratória.
A fase fibrinopurulenta (Fase II) é marcada pela presença de pus e fibrina no espaço pleural, com formação de septações, mas a fibrose ainda não é tão extensa. A fase crônica (Fase III) é caracterizada por uma fibrose intensa e organizada, formando uma 'casca' espessa que aprisiona o pulmão, exigindo intervenção cirúrgica mais agressiva como a decorticação.
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