Emergência Hipertensiva: Diagnóstico e Manejo Imediato

Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2015

Enunciado

Paciente do sexo feminino, negra, em sobrepeso, com 45 anos de idade, foi levada à emergência por quadro de cefaleia intensa e desorientação após estresse psicológico. Ao ser avaliada pelo clínico, ainda mantendo estado de desorientação, foi observado: PA: 200 x 120 mmHg; FC: 106 bpm; FR: 22 irpm; ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações; pupilas normorreagentes e sem alterações neurológicas motoras. Nesse caso, o diagnóstico e a conduta terapêutica mais adequados são:

Alternativas

  1. A) Crise hipertensiva isolada; deve-se realizar um diurético endovenoso e fazer uma avaliação posterior a nível ambulatorial. 
  2. B) Emergência hipertensiva, com alteração de órgão-alvo; a droga mais indicada para controle pressórico inicialmente é o nitroprussiato de sódio.
  3. C) Emergência hipertensiva com alteração de nível de consciência; deve-se realizar uma ressonância nuclear magnética de crânio antes mesmo do anti-hipertensivo, para melhor direcionar a terapêutica. 
  4. D) Quadro usual de hipertensão arterial; deve-se iniciar imediatamente bloqueadores de canal de cálcio por via oral.
  5. E) Urgência hipertensiva; a melhor droga indicada é o diurético endovenoso e captopril por via sublingual.

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