HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2015
Em paciente com embolia pulmonar, os êmbolos provêm, na maioria dos casos, de:
Embolia pulmonar (TEP) → êmbolos originam-se principalmente de veias profundas dos membros inferiores (ex: poplítea).
A grande maioria dos êmbolos que causam embolia pulmonar (TEP) tem origem em trombos formados nas veias profundas dos membros inferiores, especialmente nas veias poplíteas, femorais e ilíacas. Trombos de veias superficiais ou de membros superiores são causas menos comuns.
A embolia pulmonar (TEP) é uma condição grave e potencialmente fatal, caracterizada pela oclusão de uma ou mais artérias pulmonares por um êmbolo, geralmente um trombo. Compreender a origem desses êmbolos é fundamental para o diagnóstico, tratamento e, principalmente, a prevenção do tromboembolismo venoso (TEV), que engloba a trombose venosa profunda (TVP) e a TEP. Na vasta maioria dos casos (cerca de 90%), os êmbolos que causam TEP provêm de trombos formados nas veias profundas dos membros inferiores. As veias poplíteas, femorais e ilíacas são as fontes mais comuns, devido ao seu calibre e à predisposição à estase sanguínea em diversas situações clínicas. Trombos em veias superficiais ou nos membros superiores são causas menos frequentes de TEP. Para residentes, é crucial estar ciente dos fatores de risco para TVP e TEP, como imobilização prolongada, cirurgias, câncer e estados de hipercoagulabilidade. A profilaxia da TVP em pacientes de risco é a estratégia mais eficaz para prevenir a TEP. O diagnóstico e tratamento precoces da TVP são essenciais para evitar a migração do trombo e suas consequências pulmonares.
A maioria dos êmbolos que causam embolia pulmonar (TEP) se origina de trombos formados nas veias profundas dos membros inferiores, como as veias poplíteas, femorais e ilíacas.
As veias profundas possuem maior calibre e fluxo sanguíneo mais lento em certas condições (estase), favorecendo a formação de trombos maiores e mais instáveis, que podem se desprender e migrar para a circulação pulmonar.
Os fatores de risco incluem imobilização prolongada, cirurgias (especialmente ortopédicas), trauma, câncer, gravidez, uso de contraceptivos orais, obesidade e distúrbios de hipercoagulabilidade (Tríade de Virchow).
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