UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2020
A principal consequência do tromboembolismo venoso é:
TEV → Embolia Pulmonar (EP) é a complicação mais grave e frequente.
O tromboembolismo venoso (TEV) abrange a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A EP ocorre quando um trombo da circulação venosa profunda (geralmente membros inferiores) se desprende e migra para a circulação pulmonar, sendo a principal causa de morbimortalidade associada ao TEV.
O tromboembolismo venoso (TEV) é uma condição comum e potencialmente fatal, representando um espectro de doenças que inclui a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A EP é a manifestação mais grave do TEV, sendo uma das principais causas de mortalidade cardiovascular e hospitalar, com uma incidência significativa na população geral. É crucial para o residente compreender a interconexão dessas condições para um manejo adequado. A fisiopatologia da EP envolve a oclusão de artérias pulmonares por trombos que se originam, na maioria das vezes, nas veias profundas dos membros inferiores. Essa oclusão leva a um aumento da resistência vascular pulmonar, sobrecarga do ventrículo direito e, em casos graves, disfunção ventricular direita e choque. O diagnóstico precoce é fundamental, baseando-se em critérios clínicos, exames de imagem como angiotomografia de tórax e dosagem de D-dímero. O tratamento visa prevenir a progressão do trombo, reduzir o risco de recorrência e aliviar os sintomas. A anticoagulação é a pedra angular do tratamento, com heparinas de baixo peso molecular, heparina não fracionada ou anticoagulantes orais diretos. Em casos de instabilidade hemodinâmica, a trombólise ou embolectomia podem ser indicadas. A prevenção primária em pacientes de risco é essencial para reduzir a incidência de TEV.
A trombose venosa profunda (TVP) é a formação de um coágulo em uma veia profunda, geralmente nas pernas. A embolia pulmonar (EP) ocorre quando parte desse coágulo se desprende e viaja até os pulmões, obstruindo as artérias pulmonares.
Os fatores de risco incluem imobilização prolongada, cirurgias recentes, câncer, trombofilias, gravidez, uso de contraceptivos orais e idade avançada.
Os sintomas podem incluir dispneia súbita, dor torácica pleurítica, taquicardia, tosse, hemoptise e, em casos graves, hipotensão e choque.
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