Embolia Pulmonar de Baixo Risco: Manejo e Alta Precoce

HE Jayme Neves - Hospital Escola Jayme dos Santos Neves (ES) — Prova 2021

Enunciado

Homem de 53 anos foi submetido à cirurgia ortopédica de joelho há 2 semanas e chega à emergência do hospital com queixa de dor torácica que logo alivia com uso de dipirona 1g via oral. O paciente nega câncer, doenças cardíacas ou pulmonares prévias. A pressão arterial é de 120/80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 14 mrpm e oximetria de pulso demonstrando 96% em ar ambiente. O médico de plantão solicita uma angiotomografia pulmonar, que confirma o diagnóstico de embolia pulmonar segmentar à direita. Nos exames de sangue, não há alterações no hemograma, nas provas de função renal, na troponina e no peptídeo natriurético atrial. Assinale a alternativa correta em relação à conduta frente ao quadro de doença tromboembólica.

Alternativas

  1. A) Início de anticoagulação oral com rivaroxabana ou apixabana e alta da emergência com orientações quanto a possíveis complicações e retorno para consulta ambulatorial em 7-10 dias.
  2. B) Internação na UTI para início de anticoagulação com heparina não fracionada endovenosa contínua.
  3. C) Internação hospitalar e início de enoxaparina (dose plena). Realização de nova angiotomografia pulmonar em 48 horas, visando avaliar a possibilidade de complicações pulmonares.
  4. D) Início de anticoagulação oral com varfarina e alta da emergência com orientações quanto a possíveis complicações e retorno para consulta ambulatorial em 7-10 dias.
  5. E) Início de dupla agregação plaquetária (AAS e clopidogrel) e manutenção da terapêutica por 6 meses.

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