HCB - Hospital de Amor de Barretos (antigo Hospital de Câncer) (SP) — Prova 2022
Método contraceptivo de eficácia superior à laqueadura tubária bilateral:
Implante de etonogestrel > laqueadura tubária em eficácia contraceptiva (taxa de falha < 0,05%).
O implante de etonogestrel é considerado o método contraceptivo mais eficaz disponível, com uma taxa de falha inferior a 0,05% no uso típico e perfeito. Sua eficácia supera a da laqueadura tubária bilateral, que possui uma taxa de falha ligeiramente maior, em torno de 0,5%.
A escolha do método contraceptivo ideal é uma decisão complexa que envolve a avaliação da eficácia, segurança, tolerabilidade, custo e preferências da paciente. A eficácia contraceptiva é um dos critérios mais importantes, sendo expressa pela taxa de falha no uso típico e no uso perfeito. Métodos de longa duração e reversíveis (LARC), como o implante de etonogestrel, o SIU de levonorgestrel e o DIU de cobre, são reconhecidos por sua altíssima eficácia. O implante de etonogestrel, um bastão subdérmico que libera progestagênio, é atualmente considerado o método contraceptivo mais eficaz disponível, com uma taxa de falha inferior a 0,05%. Sua ação principal é a inibição da ovulação, além de alterar o muco cervical e o endométrio. A laqueadura tubária bilateral, embora seja um método cirúrgico permanente, possui uma taxa de falha ligeiramente superior (cerca de 0,5%), devido a falhas técnicas ou recanalização espontânea. É fundamental que os profissionais de saúde orientem as pacientes sobre todas as opções contraceptivas, destacando a eficácia comparativa e os benefícios dos LARC, que, além de altamente eficazes, não dependem da adesão diária da usuária, contribuindo para a redução de gestações não planejadas.
Os métodos mais eficazes são os de longa duração e reversíveis (LARC), como o implante de etonogestrel, o SIU de levonorgestrel e o DIU de cobre, com taxas de falha muito baixas.
O implante libera etonogestrel, um progestagênio, que inibe a ovulação, aumenta a viscosidade do muco cervical (dificultando a passagem dos espermatozoides) e afina o endométrio, tornando-o desfavorável à implantação.
A laqueadura tubária tem uma taxa de falha de aproximadamente 0,5% no primeiro ano, enquanto o implante de etonogestrel tem uma taxa de falha inferior a 0,05%, tornando-o mais eficaz.
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