FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2021
Os quimioterápicos atuam interferindo nos processos básicos da divisão celular e a toxicidade associada a essa terapia é decorrente desse mecanismo de ação. Quanto aos efeitos colaterais da quimioterapia, são efeitos colaterais gastrintestinais mais comuns dos quimioterápicos:
Náuseas e vômitos = efeitos colaterais gastrintestinais mais comuns da quimioterapia.
A quimioterapia, ao atingir células de rápida proliferação, afeta o trato gastrintestinal, sendo náuseas e vômitos os efeitos colaterais mais frequentes. O manejo adequado é crucial para a qualidade de vida do paciente e adesão ao tratamento.
A quimioterapia é um pilar no tratamento do câncer, mas sua eficácia é frequentemente acompanhada por uma série de efeitos colaterais, devido à sua ação inespecífica em células de rápida proliferação, incluindo as do trato gastrintestinal. A compreensão e o manejo desses efeitos são cruciais para a qualidade de vida do paciente e a continuidade do tratamento. Entre os efeitos colaterais gastrintestinais, náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia (NVIQ) são os mais prevalentes e podem ser extremamente debilitantes. Eles podem ser agudos (nas primeiras 24 horas) ou tardios (após 24 horas), e sua intensidade varia conforme o agente quimioterápico, a dose e as características individuais do paciente. O manejo das NVIQ é uma prioridade na oncologia, com o uso de regimes antieméticos profiláticos que incluem diferentes classes de medicamentos para bloquear os múltiplos receptores envolvidos no reflexo do vômito. Outros efeitos gastrintestinais como mucosite e diarreia também são comuns e exigem manejo específico para evitar desidratação, desnutrição e infecções.
Os efeitos colaterais gastrintestinais mais comuns da quimioterapia incluem náuseas, vômitos, diarreia, constipação, mucosite e perda de apetite.
A quimioterapia causa náuseas e vômitos ao estimular diretamente a zona quimiorreceptora do gatilho no cérebro e ao danificar as células do trato gastrintestinal, liberando substâncias que ativam os centros do vômito.
O manejo envolve o uso de antieméticos profiláticos (como antagonistas de 5-HT3, corticosteroides, antagonistas de NK1) e de resgate, além de ajustes dietéticos e suporte psicológico.
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