Efeito Shunt na Pneumonia Grave: Avaliação da Troca Gasosa

HFCF - Hospital Federal Cardoso Fontes (RJ) — Prova 2017

Enunciado

Homem de 47 anos foi admitido na emergência com quadro de pneumonia grave, intubado, em ventilação mecânica. Na gasometria arterial colhida na admissão, apresentava os seguintes valores: pH= 7,36 PaCO2=46 mmHG PaO2=120 mmHg Sao2= 98% HCo3 =24 mEq /I e foi colhida com FiO2 de 60% , PEEP de 8 cm H2O, VT =500 mI Fr= 14 irpm. No dia seguinte uma nova gasometria mostrava: pH=7,43 PaCO2=36 mmHg PaO2=80 mmHg, SaO2=97% HCO3= 23 mEq/I e foi colhida com os seguintes parâmetros : FiO2= 50% PEEP= 8 cm H2O, VT=500 ml, FR=17 irpm. Considerando-se os dados informados, qual a melhor interpretação quanto à evolução clínica do quadro de pneumonia com relação ao seu efeito shunt sobre a troca gasosa pulmonar?

Alternativas

  1. A) Houve melhora com redução de efeito shunt.
  2. B) Houve piora com aumento do efeito shunt.
  3. C) Os exames de gasometria não são comparáveis.
  4. D) Nenhuma mudança, o efeito shunt permanente inalterado.

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