UFPI/HU-UFPI - Hospital Universitário do Piauí - Teresina (PI) — Prova 2019
Dentre as atribuições comuns a todos os membros das equipes que atuam na Atenção Básica, pode-se citar a articulação e participação das atividades de educação permanente. Segundo Ceccim (2005), a identificação Educação Permanente em Saúde - está carregando, então, a definição pedagógica para o processo educativo que coloca o cotidiano do trabalho - ou da formação - em saúde em análise, que se permeabiliza pelas relações concretas que operam realidades e que possibilita construir espaços coletivos para a reflexão e avaliação de sentido dos atos produzidos no cotidiano. De acordo com este autor, dentre os elementos analisadores para pensar/providenciar a Educação Permanente em Saúde, pode-se citar:
EPS (Ceccim) = análise do cotidiano do trabalho em saúde, focando em educação, práticas, gestão e organização social.
A Educação Permanente em Saúde (EPS), segundo Ceccim (2005), é um processo pedagógico que analisa o cotidiano do trabalho em saúde, visando a transformação das práticas. Seus elementos-chave são a análise da educação dos profissionais, das práticas de atenção, da gestão setorial e da organização social.
A Educação Permanente em Saúde (EPS) é uma estratégia fundamental para o desenvolvimento e a qualificação dos profissionais e dos serviços de saúde, especialmente no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Atenção Básica. Ela se diferencia da educação continuada por não ser apenas um acúmulo de conhecimentos, mas um processo de aprendizagem-trabalho que propõe a transformação das práticas e da realidade. Segundo Ceccim (2005), a EPS é um processo pedagógico que toma o cotidiano do trabalho em saúde como objeto de análise e transformação. Ela se baseia na problematização das experiências e na construção coletiva de soluções, visando a melhoria da qualidade da atenção e da gestão. Os elementos analisadores propostos por ele são cruciais para orientar essa reflexão e ação. A implementação da EPS envolve a criação de espaços coletivos para discussão, a valorização das experiências dos trabalhadores e a articulação entre ensino e serviço. Seu objetivo é promover a capacidade de análise crítica, a autonomia e a corresponsabilização dos profissionais, impactando diretamente na qualidade da atenção à saúde e na efetividade das políticas públicas.
Segundo Ceccim, a EPS é um processo educativo que coloca o cotidiano do trabalho em saúde em análise, permeabilizando-se pelas relações concretas e possibilitando a reflexão coletiva sobre o sentido dos atos produzidos, visando a transformação das práticas.
Os elementos analisadores são: análise da educação dos profissionais de saúde, análise das práticas de atenção à saúde, análise da gestão setorial e análise da organização social, todos interligados na busca por melhorias.
A EPS é fundamental na Atenção Básica para promover a reflexão crítica sobre as práticas, aprimorar a formação dos profissionais, qualificar a gestão e fortalecer a organização social, visando a melhoria contínua dos serviços e a qualidade da atenção à saúde.
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