Edema Cerebral na Cetoacidose Diabética Pediátrica: Sinais e Manejo

SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2023

Enunciado

Paciente escolar, 9 anos de idade, chega ao pronto socorro com quadro de Cetoacidose Diabética grave, apresentando gasometria venosa com Ph 7,1, HCO3 = 6 mEq/L e Glicemia 570 mg/dl. Encontrava-se prostrado e sonolento, escala de coma de Glasgow (ECG) = 11. recebeu 5 etapas de expansão volumétrica, uma dose de bicarbonato e foi iniciada insulinoterapia venosa. Após 10 horas de terapia, menor evoluiu com cefaleia, bradicardia, hipertensão e ECG =8. Sobre a evolução do quadro, qual a principal hipótese diagnóstica e fator de risco associado:

Alternativas

  1. A) O paciente apresenta evolução compatível com quadro de hipoglicemia, associada à insulinoterapia.
  2. B) O paciente apresenta evolução compatível com quadro de hipocalemia, associada à insulinoterapia.
  3. C) O paciente apresenta evolução compatível com quadro de desidratação, associada à depleção de volume causada pela diurese osmótica na cetoacidose diabética.
  4. D) O paciente apresenta evolução compatível com o quadro de edema cerebral, associado ao uso de bicarbonato, infusão excessiva de líquido e à gravidade da cetoacidose.
  5. E) O paciente apresenta evolução compatível com choque cardiogênico associado à infusão excessiva de líquido e à gravidade da cetoacidose.

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