HE Cachoeiro - Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (ES) — Prova 2017
Paciente 22 anos, com 26 semanas de gestação, está internada na maternidade do HECI após queixas iniciais de dor em baixo ventre, disúria e polaciúria, estando em tratamento antibiótico com ceftriaxone, com urocultura mostrando E. coli sensível ao antibiótico utilizado. História recente de tratamento de cistite com amoxicilina, sem controle adequado do tratamento. Durante internação hospitalar permaneceu afebril, apetite preservado, estável hemodinamicamente, mas com queixas de progressiva dispnéia ao longo dos dias, com tosse com expectoração, as vezes com hemoptise, agravada no terceiro dia de internação quando foi chamado o serviço urgência hospital (SAVI). Análise inicial mostrou paciente taquipneica, com FC 115bpm PA 90x50mmHg, sendo iniciada expansão volêmica, totalizando cerca de 2000ml de solução fisiológica. Manteve PA 90x50, FC agora 135bpm, piora da dispnéia sendo encaminhada à sala de emergência. Nesse momento exame clínico mostrava que a paciente estava hipocorada, hidratada, com cianose de extremidades, agitada. RCR 2t FC 140bpm PA 100x60mmHg. Taquipnéia intensa, 40RPM, crepitações pulmonares difusas, SaO2 60% sem oxigênio, 92% após uso de mascara com reservatório de O2 com alto fluxo. Rx tórax: (VER IMAGEM) Diante do quadro clínico clínico e radiológico em questão qual a melhor análise do caso e consequente principal hipótese diagnóstica?
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