São Leopoldo Mandic - Faculdade de Medicina (SP) — Prova 2023
O Ecocardiograma Transtorácico é o método de imagem:
ETT = método preferido para suspeita de DCV, não invasivo, fácil e disponível.
O Ecocardiograma Transtorácico (ETT) é a modalidade de imagem cardíaca de primeira linha devido à sua natureza não invasiva, ausência de radiação, facilidade de execução à beira do leito e ampla disponibilidade, fornecendo informações cruciais sobre a estrutura e função cardíaca.
O Ecocardiograma Transtorácico (ETT) é uma ferramenta diagnóstica fundamental na cardiologia, sendo frequentemente o primeiro método de imagem utilizado na avaliação de pacientes com suspeita de doença cardiovascular (DCV). Sua importância reside na capacidade de fornecer informações detalhadas sobre a anatomia e função cardíaca de forma rápida e eficaz. A técnica do ETT utiliza ondas sonoras de alta frequência para criar imagens em tempo real do coração. É um procedimento não invasivo, de fácil execução e amplamente disponível, o que o torna ideal para triagem e acompanhamento de diversas condições. Permite avaliar as câmaras cardíacas, a função sistólica e diastólica dos ventrículos, a morfologia e função das valvas cardíacas, a presença de derrames pericárdicos e a pressão arterial pulmonar. Para o residente, dominar a interpretação básica do ETT é crucial para a prática clínica diária. Ele auxilia no diagnóstico de valvopatias, cardiomiopatias, insuficiência cardíaca, hipertensão pulmonar e diversas outras patologias. A ausência de radiação e o baixo risco associado tornam-no seguro para uso repetido, permitindo o monitoramento da progressão da doença e da resposta ao tratamento.
O ETT é indicado para avaliar a função ventricular, valvopatias, cardiomiopatias, hipertensão pulmonar, doenças do pericárdio, massas cardíacas, endocardite e para acompanhamento de diversas condições cardíacas.
As principais vantagens incluem ser não invasivo, não utilizar radiação ionizante, ser de baixo custo, amplamente disponível, portátil (podendo ser realizado à beira do leito) e fornecer informações em tempo real sobre a anatomia e função cardíaca.
O ETE é preferível quando a qualidade da imagem do ETT é limitada, para melhor visualização de estruturas posteriores (como átrio esquerdo, valva mitral, aorta torácica), na pesquisa de trombos atriais, endocardite com vegetações pequenas, ou para guiar procedimentos intervencionistas.
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