Duodenopancreatectomia Cefálica: Indicações e Manejo

HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2017

Enunciado

O câncer de pâncreas continua sendo uma neoplasia de altíssima mortalidade em que o tratamento cirúrgico permanece como a única chance de cura. A duodenopancreatectomia cefálica consiste na ressecção em bloco da cabeça pancreática, arco duodenal, via biliar distal incluindo a vesícula biliar com ou sem preservação antropilórica. Em relação a esta cirurgia pode-se afirmar, EXCETO:

Alternativas

  1. A) Está indicada em casos de tumores cefálicos (de pâncreas) benignos ou malignos, tumores da via biliar distal (coledocianos), ampulares e duodenais. 
  2. B) Dentre as vias de acesso pode-se utilizar a incisão mediana ou subcostal à esquerda. 
  3. C) Antes de se iniciar a reconstrução com anastomose pancreático-jejunal tem que se avaliar a vascularização jejunal, hemostasia adequada do leito do pâncreas e permeabilidade do ducto de Wirsung.
  4. D) A utilização de dreno flexível e multiperfurado posterior a anastomose pancreático- jejunal é recomendada para diminuir o risco de abscesso em caso de fístula anastomótica.
  5. E) Fístulas de baixo débito adequadamente drenadas não devem ser tratadas de forma conservadora (não operatória) devido ao risco de sepse precoce. 

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