UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2024
O uso do dreno sentinela túbulo-laminar está indicado na
Dreno túbulo-laminar (Penrose) → Drenagem de coleções em cirurgias abdominais, como retossigmoidectomia.
O dreno sentinela túbulo-laminar, como o dreno de Penrose, é frequentemente utilizado em cirurgias abdominais complexas, como a retossigmoidectomia, para drenar coleções líquidas (sangue, linfa, secreções) de espaços potenciais ou próximos a anastomoses, visando prevenir a formação de abscessos ou fístulas.
A utilização de drenos cirúrgicos é uma prática comum em diversas especialidades, visando prevenir complicações como seromas, hematomas e abscessos, ou monitorar a integridade de anastomoses. A escolha do tipo de dreno e sua indicação dependem da natureza da cirurgia, do volume de fluidos esperado e do objetivo da drenagem. Drenos podem ser classificados em passivos ou ativos, e cada um possui características e aplicações específicas. O dreno túbulo-laminar, exemplificado pelo dreno de Penrose, é um dreno passivo que funciona por capilaridade e gravidade. Ele é frequentemente empregado como "dreno sentinela" em cirurgias onde há risco de formação de pequenas coleções ou vazamentos, como em cirurgias abdominais com anastomoses intestinais, a exemplo da retossigmoidectomia. Sua presença permite a exteriorização de fluidos que poderiam acumular-se internamente, reduzindo o risco de infecção e formação de fístulas. Em contraste, drenos ativos, como os de sucção (Portovac, Jackson-Pratt), são utilizados para drenar volumes maiores de fluidos e manter o espaço cirúrgico colabado, sendo comuns em cirurgias como mastectomias ou dermolipectomias. Compreender as indicações e os mecanismos de ação de cada tipo de dreno é essencial para a prática cirúrgica segura e eficaz, minimizando as complicações pós-operatórias.
Um dreno sentinela túbulo-laminar, como o Penrose, tem a função de drenar passivamente pequenas coleções de fluidos (sangue, soro, secreções) de uma cavidade ou espaço cirúrgico, ou de alertar sobre uma complicação, como uma fístula anastomótica.
Na retossigmoidectomia, o dreno é colocado próximo à anastomose intestinal para monitorar e drenar possíveis vazamentos ou coleções que possam indicar uma fístula ou abscesso, prevenindo complicações graves.
Os principais tipos são os drenos passivos (como o Penrose, túbulo-laminar, para drenagem por capilaridade ou gravidade) e os drenos ativos (como o Portovac ou Jackson-Pratt, de sucção, para drenar grandes volumes e manter o espaço colabado). A escolha depende do tipo de cirurgia e do volume esperado de drenagem.
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