HFCF - Hospital Federal Cardoso Fontes (RJ) — Prova 2015
A dose máxima de lidocaína sem epinefrina a ser utilizada num bloqueio axilar é:
Lidocaína sem epinefrina: dose máxima = 5 mg/kg.
A dose máxima de anestésicos locais é crucial para evitar toxicidade sistêmica, especialmente em bloqueios regionais. A lidocaína sem vasoconstritor tem uma dose máxima menor devido à sua absorção mais rápida e maior risco de atingir níveis plasmáticos tóxicos.
A lidocaína é um anestésico local do tipo amida, amplamente utilizado em diversas áreas da medicina, incluindo anestesiologia, cirurgia e medicina de emergência. Sua importância reside na capacidade de bloquear a condução nervosa, proporcionando analgesia e anestesia local ou regional. A compreensão de sua farmacocinética e farmacodinâmica é crucial para a segurança do paciente, especialmente no contexto de provas de residência e prática clínica. A dose máxima de lidocaína é um conceito fundamental para prevenir a toxicidade sistêmica por anestésicos locais (LAST). Sem a adição de um vasoconstritor como a epinefrina, a lidocaína é absorvida mais rapidamente, limitando sua dose máxima a 5 mg/kg. A epinefrina, ao causar vasoconstrição, retarda a absorção, prolonga o efeito anestésico e permite uma dose maior (até 7 mg/kg). Os sinais de LAST podem variar de sintomas neurológicos leves a convulsões e colapso cardiovascular. O manejo da toxicidade por anestésicos locais envolve suporte ventilatório, controle de convulsões e, em casos graves, a administração de emulsão lipídica intravenosa. Para residentes, é vital memorizar as doses máximas dos anestésicos locais mais comuns, entender os fatores que influenciam a absorção e reconhecer os sinais precoces de toxicidade para uma intervenção rápida e eficaz.
A dose máxima de lidocaína sem epinefrina é de 5 mg/kg, enquanto com epinefrina pode chegar a 7 mg/kg. A epinefrina atua como vasoconstritor, diminuindo a absorção sistêmica do anestésico local e prolongando seu efeito.
Os sinais de LAST incluem sintomas neurológicos (tontura, zumbido, dormência perioral, convulsões) e cardiovasculares (bradicardia, hipotensão, arritmias, parada cardíaca), sendo os neurológicos geralmente os primeiros a aparecer.
Em bloqueios regionais, grandes volumes de anestésico local podem ser injetados, aumentando o risco de absorção sistêmica e toxicidade se a dose máxima for excedida. O bloqueio axilar, por ser em área vascularizada, exige atenção à dose.
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