Dor Torácica em Jovens: Quando Evitar o Teste Ergométrico

Centro Universitário FMABC — Prova 2021

Enunciado

Luana, 28 anos de idade, procura o médico da sua UBS de referência queixandose de crises de dor torácica em aperto, associada a aumento da frequência respiratória e sensação de mal-estar geral. As crises duram cerca de meia hora e cessam espontaneamente. Luana nega comorbidades, tabagismo ou história familiar para doença coronariana. Pesquisou seus sintomas na internet, razão pela qual solicita fazer “teste da esteira” (ergométrico) para identificar a causa dos sintomas. Nada de anormal ao exame físico, com índice de massa corporal = 20 kg/m². Considerando a prevalência de isquemia coronariana para pessoas com a idade e o perfil de Luana, o médico deverá orientar:

Alternativas

  1. A) A realização do teste ergométrico, visto que o valor preditivo positivo do exame é alto, em uma ação de prevenção primária.
  2. B) A não realização do exame, visto que o valor preditivo positivo é baixo, em uma ação de prevenção terciária.
  3. C) A realização do teste ergométrico, visto que o valor preditivo positivo do exame é baixo, em uma ação de prevenção primária.
  4. D) A não realização do exame, visto que o valor preditivo positivo é baixo, em uma ação de prevenção quaternária.

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