HCB - Hospital de Amor de Barretos - Unidade Porto Velho (RO) — Prova 2021
A dor pélvica por distensão ligamentar que algumas gestantes referem na segunda metade da gestação e têm as seguintes características, EXCETO,
Dor pélvica por distensão ligamentar na gestação é benigna, não causa trabalho de parto prematuro. Alivia com analgésicos e medidas de conforto.
A dor pélvica por distensão ligamentar, comum na segunda metade da gestação, é uma condição benigna e musculoesquelética. Ela não está associada ao desencadeamento de trabalho de parto prematuro. Medidas como analgésicos, correção postural, hidromassagem e acupuntura são eficazes para o alívio dos sintomas.
A dor pélvica é uma queixa comum durante a gestação, afetando muitas mulheres, especialmente na segunda metade da gravidez. Uma das causas mais frequentes é a distensão dos ligamentos pélvicos, como o ligamento redondo, que se esticam e se alongam para acomodar o útero em crescimento. É fundamental para o residente saber diferenciar essa dor benigna de outras condições mais sérias. A dor do ligamento redondo tipicamente se manifesta como uma dor aguda, em pontada ou facada, na região da virilha ou na parte inferior do abdome, que pode irradiar para a coxa. É frequentemente desencadeada por movimentos bruscos, tosse, espirros ou mudanças de posição. É importante ressaltar que essa dor, por si só, não é um sinal de trabalho de parto prematuro e não aumenta o risco de parto antecipado. O manejo da dor pélvica por distensão ligamentar é sintomático e foca no alívio do desconforto. Medidas como repouso, aplicação de calor, correção postural, uso de cintas de suporte, fisioterapia, hidromassagem e acupuntura podem ser eficazes. Analgésicos de venda livre, como o paracetamol, são considerados seguros durante a gestação. A educação da paciente sobre a natureza benigna da dor é crucial para reduzir a ansiedade e evitar intervenções desnecessárias.
A dor pélvica por distensão ligamentar, frequentemente associada ao ligamento redondo, é geralmente aguda, em pontada ou facada, localizada na virilha ou parte inferior do abdome, e pode ser desencadeada por movimentos bruscos, tosse ou espirro. É mais comum na segunda metade da gestação.
A dor ligamentar é localizada, intermitente e não rítmica, não se associa a alterações cervicais e não aumenta em intensidade ou frequência. O trabalho de parto prematuro envolve contrações uterinas regulares e progressivas, que levam a modificações do colo uterino, e a dor é mais difusa e tipo cólica.
O tratamento da dor pélvica gestacional inclui medidas não farmacológicas como repouso, correção postural, uso de cintas de suporte, aplicação de calor local, fisioterapia, hidromassagem e acupuntura. Analgésicos simples, como paracetamol, podem ser utilizados com segurança.
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