Dor Inguinal Crônica Pós-Herniorrafia: Manejo da Neuralgia

MedEvo Simulado — Prova 2025

Enunciado

Sr. Carlos, 45 anos, busca atendimento com queixa de dor persistente há 3 meses na região inguinal esquerda, com irradiação para a raiz da coxa ipsilateral e escroto esquerdo. Ele foi submetido a herniorrafia inguinal bilateral (técnica de Lichtenstein) há 6 meses, para correção de hérnia inguinoescrotal à direita e inguinal à esquerda. A dor é descrita como queimação, constante, piora com atividade física e não melhora com analgésicos comuns. Refere também hipoestesia na região. Ao exame físico, as cicatrizes cirúrgicas estão bem consolidadas, sem sinais flogísticos ou abaulamentos. Testículos tópicos, indolores. O reflexo cremastérico esquerdo está diminuído. Diante do quadro clínico, qual a conduta inicial mais adequada?

Alternativas

  1. A) Realizar ultrassonografia de parede abdominal para descartar recidiva de hérnia.
  2. B) Iniciar tratamento com gabapentina e fisioterapia, orientando sobre a natureza da dor.
  3. C) Indicar exploração cirúrgica para neurectomia do nervo ilioinguinal e ilio-hipogástrico.
  4. D) Administrar anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) por 10 dias e reavaliar.

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