FMC/HEAA - Faculdade de Medicina de Campos - Hospital Álvaro Alvim (RJ) — Prova 2017
Dentre as linhas de cuidado na atenção integral à saúde da criança propostas pelo Ministério da Saúde do Brasil, temos a atenção às doenças prevalentes. Das doenças abaixo, a única que NÃO é considerada como doença prevalente na infância é:
Dermatoses NÃO são consideradas doenças prevalentes na infância pelo MS, ao contrário de diarreias e respiratórias.
O Ministério da Saúde do Brasil, em suas linhas de cuidado para a atenção integral à saúde da criança, foca nas doenças de maior morbimortalidade na infância, como diarreias, doenças respiratórias, tétano neonatal, sífilis e rubéola congênitas, enquanto as dermatoses, embora comuns, não são categorizadas como 'doenças prevalentes' nesse contexto de saúde pública.
A atenção integral à saúde da criança no Brasil é uma prioridade do Ministério da Saúde, com diretrizes e linhas de cuidado que visam reduzir a morbimortalidade infantil e promover o desenvolvimento saudável. Dentro dessas linhas, a atenção às 'doenças prevalentes na infância' refere-se às condições que mais impactam a saúde das crianças, exigindo intervenções prioritárias e estratégias de saúde pública. As doenças consideradas prevalentes incluem, mas não se limitam a, as doenças diarreicas agudas, as infecções respiratórias agudas (especialmente pneumonia), a desnutrição, as doenças imunopreveníveis (como o tétano neonatal) e as infecções congênitas (como sífilis e rubéola congênitas). Essas condições são responsáveis por uma parcela significativa das internações e óbitos em crianças, especialmente nos primeiros anos de vida. As dermatoses, embora comuns na infância e demandando atenção clínica, geralmente não são classificadas como 'doenças prevalentes' no mesmo nível de prioridade das condições mencionadas, que têm um impacto epidemiológico e de morbimortalidade muito maior. Para residentes, é crucial conhecer as prioridades do Ministério da Saúde para direcionar a prática clínica e as ações de saúde pública, focando nas intervenções mais eficazes para as condições de maior impacto.
As principais doenças prevalentes na infância incluem diarreias, doenças respiratórias agudas (como pneumonia), desnutrição, doenças imunopreveníveis (como tétano neonatal) e infecções congênitas (como sífilis e rubéola congênitas).
Embora comuns, as dermatoses geralmente não contribuem significativamente para a morbimortalidade infantil em comparação com as doenças infecciosas e nutricionais, que são o foco das linhas de cuidado de doenças prevalentes do Ministério da Saúde.
As linhas de cuidado visam padronizar e qualificar a atenção à saúde da criança, focando nas condições que mais causam adoecimento e morte, para reduzir a morbimortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida das crianças.
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