HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2025
Marque a alternativa que contempla apenas doenças de notificação imediata (24 horas) conforme normas do Ministério da Saúde.
Notificação imediata (24h) = Hantavirose, Febre Amarela, Peste, Paralisia Flácida Aguda.
A notificação imediata de certas doenças é crucial para a rápida resposta da vigilância epidemiológica, permitindo o controle de surtos e a prevenção da disseminação, especialmente para agravos de alta transmissibilidade ou letalidade.
A notificação compulsória de doenças e agravos é uma ferramenta fundamental da vigilância epidemiológica no Brasil, regida pelo Ministério da Saúde. Ela permite o monitoramento da situação de saúde da população, a identificação de surtos e epidemias, e a implementação de medidas de controle e prevenção de forma oportuna. A lista de doenças de notificação é atualizada periodicamente e é crucial que profissionais de saúde a conheçam. Existem diferentes prazos para a notificação: imediata (em até 24 horas) e semanal. A notificação imediata é reservada para eventos que representam risco iminente à saúde pública, exigindo uma resposta rápida para conter a disseminação e minimizar danos. Exemplos incluem doenças de alta transmissibilidade, letalidade ou potencial epidêmico, como febre amarela, hantavirose, peste e paralisia flácida aguda. O conhecimento sobre quais doenças se enquadram em cada categoria é essencial para a prática médica e para a aprovação em provas de residência. A falha na notificação pode comprometer as ações de saúde pública e ter implicações legais. Portanto, é imprescindível que médicos e estudantes estejam atualizados com as normas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e as listas vigentes.
As principais doenças de notificação imediata (em até 24 horas) incluem hantavirose, febre amarela, peste, paralisia flácida aguda, sarampo, rubéola, difteria, botulismo, entre outras, conforme a lista do Ministério da Saúde.
A notificação imediata é exigida para doenças com alto potencial de disseminação, gravidade elevada, ou que demandam ações urgentes de saúde pública para controle de surtos e prevenção de riscos à coletividade.
A notificação imediata deve ser feita em até 24 horas da suspeita ou confirmação, enquanto a notificação semanal é consolidada e enviada semanalmente, geralmente para agravos de menor urgência epidemiológica.
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