HPM - Hospital da Polícia Militar de Minas Gerais — Prova 2015
As doenças exantemáticas são frequentes na infância. Correlacione a segunda coluna com a primeira de acordo com o agente etiológico correspondente e, a seguir, marque a alternativa que contém a sequência de respostas CORRETA, na ordem de cima para baixo: 1. Sarampo; 2. Rubéola; 3. Escarlatina; 4. Eritema Infeccioso; 5. Exantema Súbito; ( ) Parvovírus B19; ( ) Herpesvírus tipo 6; ( ) Estreptococo beta-hemolítico; ( ) Togavírus; ( ) Myxovírus.
Exantemas infantis: Sarampo (Myxovírus), Rubéola (Togavírus), Escarlatina (Estreptococo), Eritema Infeccioso (Parvovírus B19), Exantema Súbito (Herpesvírus 6).
Conhecer os agentes etiológicos das doenças exantemáticas é fundamental para o diagnóstico correto e manejo. O sarampo é causado pelo Myxovírus, a rubéola pelo Togavírus, a escarlatina pelo Estreptococo beta-hemolítico do grupo A, o eritema infeccioso pelo Parvovírus B19 e o exantema súbito pelo Herpesvírus tipo 6.
As doenças exantemáticas representam um grupo comum de infecções na infância, caracterizadas pelo surgimento de lesões cutâneas (exantema) acompanhadas de outros sintomas sistêmicos. O conhecimento dos agentes etiológicos específicos de cada doença é fundamental para o diagnóstico diferencial, a conduta terapêutica e as medidas de saúde pública, como a vacinação e o controle de surtos. A maioria dessas doenças é de etiologia viral, mas algumas são bacterianas, como a escarlatina. Cada doença exantemática possui um agente causal distinto: o sarampo é causado pelo Myxovírus (vírus do sarampo), a rubéola pelo Togavírus (vírus da rubéola), a escarlatina pelo Streptococcus pyogenes (estreptococo beta-hemolítico do grupo A), o eritema infeccioso pelo Parvovírus B19 e o exantema súbito (ou roséola infantil) pelo Herpesvírus humano tipo 6 (HHV-6), e menos frequentemente pelo HHV-7. A correlação entre o quadro clínico e o agente etiológico é um ponto chave para a prática pediátrica. O diagnóstico preciso permite evitar tratamentos desnecessários, como o uso de antibióticos em infecções virais, e instituir medidas profiláticas adequadas. Por exemplo, a vacinação contra sarampo e rubéola é crucial para a erradicação dessas doenças. Para residentes e estudantes de medicina, a memorização e compreensão dessas associações são essenciais para a prova e para a prática clínica diária, garantindo um manejo seguro e eficaz dos pacientes pediátricos.
Identificar o agente etiológico é crucial para o manejo adequado, prevenção de surtos (especialmente em doenças como sarampo e rubéola), e para orientar sobre o prognóstico e possíveis complicações.
O sarampo geralmente apresenta febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas de Koplik antes do exantema maculopapular confluente. A rubéola tem febre mais baixa, linfadenopatia retroauricular e occipital, e exantema maculopapular menos confluente e de menor duração.
As complicações da escarlatina, se não tratada adequadamente, podem incluir febre reumática, glomerulonefrite pós-estreptocócica, otite média, abscesso peritonsilar e celulite.
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