FHSTE - Fundação Hospitalar Santa Terezinha de Erechim (RS) — Prova 2022
Doença Crônica Não Transmissível (DCNT) de maior frequência no Brasil é a (o):
DCNT de maior frequência no Brasil → Doenças do aparelho circulatório (cardiovasculares).
As doenças do aparelho circulatório, que incluem condições como hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral, são as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) de maior frequência e principal causa de mortalidade no Brasil.
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) representam um dos maiores desafios de saúde pública global e no Brasil. Elas são responsáveis por uma parcela significativa da morbidade e mortalidade, impactando a qualidade de vida da população e gerando altos custos para os sistemas de saúde. Compreender a epidemiologia das DCNTs é fundamental para o planejamento de políticas de saúde e para a prática clínica. No Brasil, as doenças do aparelho circulatório, que englobam condições como hipertensão arterial, doença isquêmica do coração (infarto agudo do miocárdio, angina), acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca, são as DCNTs de maior frequência e a principal causa de óbitos. Sua fisiopatologia está frequentemente ligada a fatores de risco modificáveis, como tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada, obesidade, diabetes e dislipidemia. A prevenção e o controle das DCNTs, especialmente das doenças cardiovasculares, envolvem estratégias de promoção da saúde, detecção precoce e manejo adequado dos fatores de risco. Para residentes, é crucial ter conhecimento aprofundado sobre a epidemiologia, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento dessas condições, visando a redução da carga de doença e a melhoria da saúde da população brasileira.
As principais DCNTs no Brasil são as doenças do aparelho circulatório, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, sendo as cardiovasculares as mais prevalentes.
As doenças do aparelho circulatório são a principal causa de morbidade e mortalidade no Brasil, gerando grande ônus para o sistema de saúde e impactando a qualidade de vida da população.
Os principais fatores de risco incluem hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia, tabagismo, sedentarismo, obesidade e alimentação não saudável.
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