FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2020
A maior proporção de mulheres entre os idosos significa maior proporção de pessoas com morbidade crônica. Por exemplo, 62,0% dos homens e 67,4% das mulheres declararam ter hipertensão e 23,2% e 36,9% de homens e mulheres, respectivamente, afirmaram ter colesterol alto. NÃO podemos concordar com a alternativa:
DCV são as principais causas de morbimortalidade em idosos, tanto homens quanto mulheres, globalmente.
As Doenças Cardiovasculares (DCV), como hipertensão, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico, são as principais causas de morbidade e mortalidade na população idosa, contrariando a afirmação de que não predominam.
O envelhecimento populacional é um fenômeno global, e com ele, a prevalência de doenças crônicas aumenta significativamente. A geriatria e a gerontologia estudam esses padrões de morbidade e mortalidade, que são cruciais para o planejamento de saúde pública e a prática clínica. É bem estabelecido que as mulheres vivem mais, mas frequentemente com mais anos de morbidade. As Doenças Cardiovasculares (DCV) representam a principal causa de morbidade e mortalidade em idosos em todo o mundo. Condições como hipertensão arterial, dislipidemia, infarto agudo do miocárdio (IAM) e acidente vascular encefálico (AVE) são extremamente prevalentes nessa faixa etária e são responsáveis por uma parcela significativa dos óbitos e da incapacidade funcional. A alternativa que afirma que as DCV não predominam entre as doenças relatadas é incorreta, pois os dados epidemiológicos consistentemente demonstram o contrário. Para residentes, é fundamental reconhecer a importância das DCV na saúde do idoso. A prevenção, o diagnóstico precoce e o manejo adequado dessas condições são pilares da geriatria. Compreender a epidemiologia e os fatores de risco associados permite uma abordagem mais eficaz na promoção da saúde e na prevenção de complicações nessa população vulnerável.
As principais doenças crônicas incluem hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia, doenças cardiovasculares (IAM, AVE), osteoartrite e doenças respiratórias crônicas, que frequentemente coexistem em idosos.
Sim, as mulheres idosas tendem a apresentar uma proporção mais elevada de morbidade crônica em comparação aos homens, embora os homens possam ter maior mortalidade por certas causas em idades mais jovens, refletindo padrões distintos de saúde.
O envelhecimento está associado a alterações fisiológicas que aumentam o risco cardiovascular, como aterosclerose, rigidez arterial e disfunção endotelial, além da acumulação de fatores de risco ao longo da vida, contribuindo para sua alta prevalência.
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