UDI Hospital - Hospital UDI São Luís (MA) — Prova 2022
A doença vascular periférica (DVP) de origem aterosclerótica é principal responsável pela insuficiência arterial periférica com evolução para úlceras arteriais de membro inferior. Em relação aos sinais e sintomas iniciais dessa doença, o de maior gravidade é(são):
DVP: Dor ao repouso = isquemia crítica de membro, sinal de maior gravidade e risco de amputação.
A dor ao repouso na doença vascular periférica indica isquemia crítica do membro, uma condição grave que pode levar à perda do membro se não tratada. Ela ocorre quando o fluxo sanguíneo é insuficiente mesmo para as necessidades metabólicas básicas em repouso, frequentemente piorando à noite.
A Doença Vascular Periférica (DVP) aterosclerótica é uma condição comum que afeta milhões, sendo a principal causa de insuficiência arterial periférica e úlceras de membro inferior. Sua importância clínica reside no risco de perda de membro e eventos cardiovasculares maiores, tornando o reconhecimento precoce dos sintomas crucial para a prática médica. A fisiopatologia envolve o estreitamento progressivo das artérias devido à aterosclerose, reduzindo o fluxo sanguíneo para as extremidades. A claudicação intermitente é o sintoma inicial mais comum, caracterizada por dor muscular induzida por esforço e aliviada pelo repouso. No entanto, a dor ao repouso é um sinal de isquemia crítica, indicando que o suprimento sanguíneo é insuficiente mesmo em repouso, o que representa um estágio avançado da doença. O tratamento da DVP varia de modificações no estilo de vida e medicamentos para claudicação, até revascularização (endovascular ou cirúrgica) para isquemia crítica. O prognóstico da isquemia crítica é grave, com alto risco de amputação e mortalidade se não houver intervenção adequada e rápida para restaurar o fluxo sanguíneo.
Os sinais de isquemia crítica incluem dor ao repouso (tipicamente noturna e aliviada pela dependência do membro), úlceras tróficas que não cicatrizam e gangrena. A presença de qualquer um desses indica gravidade.
A claudicação intermitente é dor muscular induzida por exercício e aliviada pelo repouso, indicando isquemia durante o esforço. A dor ao repouso ocorre mesmo sem esforço, sinalizando isquemia grave e constante, com risco iminente de perda do membro.
A conduta inicial envolve avaliação urgente do fluxo sanguíneo (ex: índice tornozelo-braquial), controle da dor, e planejamento de revascularização (endovascular ou cirúrgica) para restaurar o fluxo e salvar o membro.
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