HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2025
Podem fazer parte da clínica da doença trofoblástica gestacional:
DTG → Sangramento vaginal, hipertireoidismo (↑ hCG), cistos teca-luteínicos (ovários policísticos).
A doença trofoblástica gestacional, especialmente a mola hidatiforme, pode se manifestar com sangramento vaginal irregular, níveis elevados de hCG que podem levar a hipertireoidismo e o desenvolvimento de cistos teca-luteínicos nos ovários.
A doença trofoblástica gestacional (DTG) é um espectro de condições que surgem da proliferação anormal do trofoblasto, variando de mola hidatiforme benigna a neoplasias trofoblásticas gestacionais malignas. É fundamental para ginecologistas e obstetras reconhecer suas manifestações. As manifestações clínicas da DTG são diversas e incluem sangramento vaginal irregular, útero maior que o esperado para a idade gestacional, hiperêmese gravídica severa e, devido aos níveis elevados de hCG, hipertireoidismo e o desenvolvimento de cistos teca-luteínicos ovarianos. O diagnóstico da DTG é feito por ultrassonografia e dosagem de hCG. O tratamento envolve a evacuação uterina, geralmente por aspiração a vácuo, e acompanhamento rigoroso dos níveis de hCG para detectar e tratar precocemente qualquer doença persistente ou maligna.
Os sinais e sintomas incluem sangramento vaginal irregular, útero maior que o esperado para a idade gestacional, hiperêmese gravídica, hipertireoidismo e, em casos mais graves, toxemia gravídica precoce.
A DTG produz níveis extremamente elevados de gonadotrofina coriônica humana (hCG), que possui uma subunidade alfa semelhante à do TSH. Em altas concentrações, o hCG pode se ligar aos receptores de TSH na tireoide, estimulando a produção de hormônios tireoidianos e causando hipertireoidismo.
Cistos teca-luteínicos são cistos ovarianos benignos que se desenvolvem devido à estimulação excessiva dos ovários pelos altos níveis de hCG na doença trofoblástica gestacional. Eles geralmente regridem espontaneamente após a resolução da DTG.
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