PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2023
A doença trofoblástica gestacional (DTG) é um evento patológico relacionado com a fertilização aberrante, representando formas clínicas distintas, geralmente evolutivas, sistematizadas por Ewing (1910) em:
DTG = Mola hidatiforme + Mola invasora + Coriocarcinoma.
A Doença Trofoblástica Gestacional (DTG) abrange um espectro de condições que surgem de uma fertilização aberrante, incluindo a mola hidatiforme (completa ou parcial), a mola invasora e o coriocarcinoma. Essas formas representam um continuum de malignidade e exigem acompanhamento rigoroso.
A Doença Trofoblástica Gestacional (DTG) é um grupo heterogêneo de condições que se originam de uma fertilização anômala e da proliferação anormal do trofoblasto. Essas patologias representam um espectro que varia desde condições benignas, como a mola hidatiforme completa e parcial, até formas malignas, conhecidas coletivamente como neoplasia trofoblástica gestacional (NTG). A compreensão de suas formas clínicas é crucial para o diagnóstico precoce e manejo adequado. Historicamente, a sistematização dessas formas clínicas é atribuída a Ewing (1910), que descreveu as principais entidades: a mola hidatiforme (MH), a mola invasora e o coriocarcinoma. A mola hidatiforme é a forma mais comum, caracterizada pela degeneração hidrópica das vilosidades coriais. A mola invasora é uma complicação da MH, onde o tecido trofoblástico invade o miométrio. O coriocarcinoma, por sua vez, é a forma mais agressiva e maligna, com alto potencial metastático, que pode surgir após qualquer tipo de gestação. O diagnóstico e o acompanhamento da DTG baseiam-se principalmente na dosagem seriada de beta-hCG, que é um marcador tumoral sensível. O tratamento varia conforme a forma clínica, indo desde a esvaziamento uterino para a mola hidatiforme até a quimioterapia para a mola invasora e, especialmente, para o coriocarcinoma. Um manejo adequado e um acompanhamento rigoroso são essenciais para prevenir complicações e garantir um bom prognóstico.
As principais formas clínicas da Doença Trofoblástica Gestacional (DTG) são a mola hidatiforme (completa ou parcial), a mola invasora e o coriocarcinoma. Essas condições representam um espectro de patologias que variam em agressividade e potencial de malignidade.
A mola hidatiforme é uma proliferação anormal do trofoblasto que se manifesta como vilosidades coriais edemaciadas. A mola invasora é uma complicação da mola hidatiforme, onde o tecido molar penetra profundamente no miométrio, podendo invadir estruturas adjacentes e causar hemorragias.
O coriocarcinoma é a forma mais maligna da Doença Trofoblástica Gestacional, caracterizada por uma proliferação anaplásica do trofoblasto sem formação de vilosidades. Pode surgir após qualquer tipo de gestação (molar, aborto, parto a termo) e tem alto potencial metastático, exigindo tratamento quimioterápico agressivo.
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