UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2021
A doença trofoblástica gestacional (DTG) pode ser definida como uma anomalia proliferativa que acomete as células que compõem o tecido trofoblástico placentário, cito e sinciciotrofoblasto, ainda que seus diferentes estágios histológicos difiram na propensão para regressão, invasão, metástase e recorrência. Marque a alternativa CORRETA
DTG: beta-hCG sérico é marcador tumoral biológico e específico para todas as formas.
O beta-hCG é um marcador fundamental para o diagnóstico e acompanhamento de todas as formas de Doença Trofoblástica Gestacional, sendo produzido pelo sinciciotrofoblasto. Sua dosagem é crucial para monitorar a resposta ao tratamento e detectar recorrências.
A Doença Trofoblástica Gestacional (DTG) abrange um espectro de condições proliferativas do trofoblasto placentário, variando de lesões benignas como a mola hidatiforme a malignidades como o coriocarcinoma. Sua importância clínica reside na capacidade de invasão local e metástase, exigindo diagnóstico e manejo precisos para evitar complicações graves. A epidemiologia varia globalmente, sendo mais comum em certas regiões. A fisiopatologia envolve a proliferação anormal do cito e sinciciotrofoblasto. O diagnóstico é primariamente baseado na dosagem sérica do beta-hCG, que é um marcador tumoral altamente sensível e específico para todas as formas de DTG. A ultrassonografia auxilia na identificação de características morfológicas, mas não distingue todos os subtipos histológicos. O tratamento varia conforme o tipo e estágio da DTG, podendo incluir esvaziamento uterino, quimioterapia e, em casos selecionados, histerectomia. O prognóstico é geralmente bom com tratamento adequado e monitoramento rigoroso do beta-hCG, que é crucial para detectar persistência ou recorrência da doença.
Os principais tipos incluem mola hidatiforme completa e parcial, mola invasora, coriocarcinoma, tumor trofoblástico do sítio placentário e tumor trofoblástico epitelioide.
O beta-hCG é um marcador tumoral específico produzido pelo sinciciotrofoblasto, sendo essencial para o diagnóstico, monitoramento da resposta ao tratamento e detecção de recorrências em todas as formas de DTG.
A ultrassonografia é uma ferramenta importante para a suspeita diagnóstica, mas a confirmação e a distinção dos diferentes estágios da DTG geralmente requerem histopatologia e acompanhamento dos níveis de beta-hCG.
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