DRC e HAS: Individualização do Tratamento em Idosos
CEOQ - Centro Especializado Oftalmológico Queiroz (BA) — Prova 2017
Enunciado
Paciente hipertenso e diabético (ambos mal controlados porque o paciente é rebelde ao tratamento) se recusa a se medicar diariamente, bem como não consegue mudar seu estilo de vida, que tem, como principais pontos, o tabagismo e a ingesta de grandes quantidades de sal nos churrascos. Durante última consulta, foi constatado alteração da creatinina bem como um USG, que demonstrava rins aparentemente com anatomia preservada. Acerca desse quadro, podemos considerar que:
Alternativas
A) Na doença renal crônica, a redução pressórica não constitui a medida mais eficaz para a redução do risco CV.
B) Após iniciada a doença renal crônica, o controle da HAS não promove mais a atenuação da progressão do dano renal, independentemente do anti-hipertensivo utilizado.
C) O achado de albuminúria elevada é determinante de evolução desfavorável da doença renal, mas não causa aumento do risco Cardiovascular.
D) Pacientes idosos com doença renovascular, DAC e com risco de hipotensão postural frequentemente requerem a individualização do tratamento anti-hipertensivo.
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