DRGE Refratária: Quando Indicar a Fundoplicatura?

SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2020

Enunciado

Um paciente de 38 anos medindo 1,70m e pesando 72 kg, estava em acompanhamento clínico em unidade básica de saúde e foi referido a um serviço de cirurgia. O paciente relatou que há dois anos tem quadro de pirose retroesternal, mesmo em ortostase, com piora após as refeições, associado à disfonia intermitente, tosse seca e pigarro diário. Ao exame físico, apresentava somente leve desconforto à palpação profunda no epigastro. Relatava etilismo social e negava tabagismo. Ao longo desse período, fez uso de pantoprazol 40 mg e a endoscopia digestiva alta compatível com esofagite grau III de Savary-Miller. Foi solicitada, na atenção especializada, manometria esofágica que evidenciou hipotonia acentuada do esfíncter esofageano inferior e dismotilidade moderada do corpo esofágico. A pHmetria esofágica evidenciou registro na sonda proximal de 10 episódios de pH inferior a 4. Qual a conduta a ser proposta ao paciente?

Alternativas

  1. A) Sugerir a indicação de tratamento cirúrgico por meio de fundoplicatura vídeo-laparoscópica.
  2. B) Dobrar a dose do pantoprazol, associar medicação pró-cinética em dose plena ereforçar orientações dietéticas-comportamentais.
  3. C) Manter o tratamento clínico, associar medicação pró-cinética em dose plena e reforçarorientações dietéticas-comportamentais.
  4. D) Manter o tratamento clínico, reforçar orientações dietéticas-comportamentais eassociar tratamento endoscópico da dismotilidade.

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