DRGE em Lactentes: Quando indicar pH-impedanciometria?

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Enzo, um lactente de 6 meses de idade, nascido a termo e sem intercorrências neonatais, é levado à consulta devido a um quadro de regurgitações frequentes que se intensificou no último mês. A mãe relata que, além do retorno do leite, o lactente apresenta episódios frequentes de irritabilidade extrema durante as mamadas, muitas vezes arqueando o tronco para trás (postura de opistótono) e recusando o restante da oferta alimentar. Recentemente, Enzo apresentou dois episódios de sibilância sem sinais de infecção viral prévia, que necessitaram de tratamento com corticoterapia sistêmica e broncodilatadores. Ao avaliar a caderneta de saúde, nota-se que o ganho ponderal, que anteriormente seguia o percentil 50, caiu para o percentil 15 nos últimos 60 dias. A família já implementou, sob orientação prévia, o fracionamento das mamadas, o uso de fórmulas espessadas e a manutenção do lactente em posição elevada após a alimentação, sem melhora clínica significativa. O exame físico atual revela um lactente irritado, com sibilância expiratória leve à ausculta pulmonar e abdômen sem massas ou visceromegalias. O próximo passo mais adequado para a investigação diagnóstica e manejo deste paciente é:

Alternativas

  1. A) Iniciar teste terapêutico com Inibidor de Bomba de Prótons (IBP) por um período de 4 a 8 semanas.
  2. B) Realizar Endoscopia Digestiva Alta (EDA) com biópsias gástricas e esofágicas.
  3. C) Realizar pH-impedanciometria esofágica de 24 horas para correlação de sintomas.
  4. D) Solicitar Seriografia Esôfago-Gastro-Duodenal (REED) para avaliar a dinâmica do refluxo.

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