Manejo da DRGE Grave: Esofagite Grau C e Conduta Terapêutica

AMP - Associação Médica do Paraná — Prova 2025

Enunciado

Mulher de 29 anos, refere pirose retrosternal, regurgitação e sialorreia. Apresenta estes sintomas há anos. Não tem irradiação para a região lombar. Tem eructação frequente. O exame físico é normal. Mantem o uso de inibidor da bomba de prótons de forma irregular. A pHmetria de 24h realizada há 12 meses tem um índice de DeMeester de 15 (exposição ácida anormal). A endoscopia digestiva alta revela uma esofagite erosiva grau C de Los Angeles, pangastrite erosiva, duodenite e teste da urease positivo. Qual deve ser a conduta a ser efetivada?

Alternativas

  1. A) Há indicação de fundoplicatura videolaparoscópica.
  2. B) Complementar a investigação com esofagometria e Rx contrastado.
  3. C) Repetir a pHmetria e a endoscopia digestiva alta.
  4. D) O tratamento deve ser eminentemente clínico com controle endoscópico anual.
  5. E) Deve-se prescrever inibidor de bomba de prótons em dose plena, reavaliar o tratamento clínico e considerar a cirurgia antirrefluxo.

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