DPOC Grupo B: Escolha da Terapia Inalatória de Manutenção

SURCE - Sistema Único de Residência do Ceará — Prova 2018

Enunciado

Paciente, 54 anos, feminina, tabagista evoluindo com falta de ar e tosse há 7 meses, além de expectoração esbranquiçada persistente nos últimos 3 meses. Refere limitação funcional moderada em relação às atividades de rotina por conta do "problema de pulmão" e piora da falta de ar ao subir escadas. No último ano, apresentou um episódio de "pneumonia" (aumento da secreção, que se tornou esverdeada e precisou usar levofloxacino, sem necessidade de internamento). Nega comorbidades. Trouxe radiografia de tórax com hiperinsuflação e espirometria com VEF1/CVF = 0,56 e VEF1= 1,1 litro (57% do previsto), ambos, pós Broncodilatador (BD). Não houve variação significativa pós-BD e a CVF foi normal. Legenda: VEF1: volume expiratório forçado no 1º segundo; CVF: capacidade vital forçada. Qual a estratégia terapêutica por via inalatória mais adequada, dentre as citadas abaixo, para a terapia de manutenção? 

Alternativas

  1. A) Beta-agonistas adrenérgicos de curta ação.
  2. B) Beta-agonistas adrenérgicos de longa ação.
  3. C) Beta-agonista adrenérgico de longa ação + corticoide.
  4. D) Beta-agonista adrenérgico de longa ação + tiotrópio.

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