Conduta na Exacerbação de DPOC: Oxigênio e Medicação

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2025

Enunciado

Um paciente de 68 anos, com histórico de tabagismo (50 maços/ano), apresenta piora dos sintomas respiratórios há 3 dias, com aumento da tosse, escarro purulento e dispneia progressiva. Ele relata uso inadequado de broncodilatadores e uma visita recente, há cerca de um mês, ao pronto-socorro por exacerbação semelhante. Exames laboratoriais mostram elevação leve de PCR e leucocitose. O paciente apresenta saturação de oxigênio em 89% ao ar ambiente, frequência respiratória de 28 irpm, e frequência cardíaca de 110 bpm. No exame físico, há roncos difusos e sibilos. Você solicita uma gasometria arterial que revela acidose respiratória leve (pH 7,35, pCO2 52 mmHg). Uma radiografia de tórax mostra aumento do diâmetro anteroposterior e ausência de consolidações. Qual seria a conduta inicial mais adequada para esse paciente com DPOC exacerbado?

Alternativas

  1. A) Oxigenoterapia com cateter nasal, apenas observar e reavaliar.
  2. B) Iniciar antibioticoterapia empírica e alta para domicílio.
  3. C) Admissão em UTI imediatamente e iniciar ventilação invasiva.
  4. D) Suplementação de oxigênio com máscara de reinalação parcial e diuréticos intravenosos.
  5. E) Oxigenoterapia controlada com máscara de Venturi, broncodilatadores de curta ação e corticosteroide sistêmico.

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