Homem de 61 anos, tabagista há 45 anos, vem ao ambulatório com queixa de dispneia de 5 anos de evolução e piora há 3 meses (aos mínimos esforços). A radiografia de tórax mostra apenas hiperinsuflação questionável. No entanto, a espirometria mostra distúrbio ventilatório obstrutivo moderado com VEF1 de 1.20 litros (48 % em relação ao previsto). Chega-se ao diagnóstico de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). Qual é a conduta terapêutica adequada para o caso, além de parar de fumar?
Alternativas
A) Broncodilatador de curta ação quando necessário.
B) Tratamento regular com um ou mais broncodilatadores, corticoides inalados, oxigenioterapia de longo prazo e avaliar a possibilidade de tratamento cirúrgico.
C) Corticoide oral associado a broncodilatadores (um ou mais).
D) Tratamento regular com um ou mais broncodilatadores, reabilitação e corticoides inalados se ocorrer resposta significativa da função pulmonar ou em casos de exacerbações repetidas.
E) Tratamento contínuo e regular com broncodilatador de longa ação.
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