USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2018
Mulher, 67 anos, refere dispneia progressiva e tosse seca matutina há 7 anos. Usou antibióticos duas vezes no último ano por aumento da expectoração e piora de dispneia. Fuma 1 maço de cigarro por dia há 50 anos. Exame físico: Bom estado geral, corada, hidratada, cianótica (+/4+), consciente, orientada. Ausculta cardíaca e pulmonar normais; Saturação O₂: 86% (ar ambiente). FC: 82 bpm; PA: 132 x 64 mmHg. Espirometria pósbroncodilatador; VEF1: 0,66 L (24% do previsto); CVF: 1,94 (56% do previsto); VEF1/CVF: 0,34 (43% do previsto). Qual seria o benefício do uso crônico de broncodilatador de ação prolongada?
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