DPOC: Manejo Ambulatorial e Pós-Exacerbação

UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2025

Enunciado

Homem de 65 anos procura o PS com queixa de tosse com expectoração, chiado no peito e piora da falta de ar há 5 dias. Refere dificuldade de caminhar devido à falta de fôlego e tosse há muitos anos. Não necessita de ajuda para as atividades da vida diária. No último ano, recebeu antibiótico duas vezes por dez dias, devido aos mesmos sintomas. Não faz uso de medicação regular. AP: Ex-tabagista de 35 anos- -maço, abstinente há 5 anos. EF: acianótico, SatO2: 93% em ar ambiente, dispneico ao andar, FR: 24 irpm, crepitações grossas em bases pulmonares e sibilos. Recebeu diagnóstico e tratamento para nova exacerbação de DPOC. É correto afirmar que:

Alternativas

  1. A) O diagnóstico de base provável é de DPOC II/B, e a avaliação do paciente no PS deveria incluir dosagem de eosinófilos para determinar o tipo de exacerbação (eosinofílica ou neutrofílica).
  2. B) O paciente deve ser acompanhado na atenção primária com recomendação de realizar espirometria pré e pós-broncodilatador, hemograma, TC de tórax de baixa dose, tomar vacinas de gripe, Covid e pneumococo, além de medicações inalatórias.
  3. C) A dispneia é classificada de acordo com o escore Modified Medical Research Council (MMRC) como grau 4, e o paciente deve receber terapia inalatória com LAMA, LABA e corticosteroide.
  4. D) O paciente deve ser acompanhado na atenção primária com recomendação de realizar espirometria pré e pós-broncodilatador, gasometria, hemograma, Rx de tórax, tomar vacinas de gripe, Covid e pneumococo, além de medicações inalatórias.

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