DPOC Grave: Manejo com Oxigenioterapia e Broncodilatadores

HSL PUCRS - Hospital São Lucas da PUCRS (RS) — Prova 2021

Enunciado

Homem, 72 anos, queixa-se de dispneia iniciada há cerca de 5 anos, progressivamente pior. Atualmente, associada a moderados esforços e a discreto edema em tornozelos. Tem tosse pouco produtiva há mais de 15 anos, mais frequente nos últimos anos. Tabagista (38 anos-maço), refere hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e diabetes tipo 2 em tratamento. Faz uso de salbutamol inalado, por demanda, há 4 anos. Ao exame físico: regular estado geral, sobrepeso, levemente dispneico, com cianose periférica e edema 2+/4 em membros inferiores. Turgência jugular a 50º. Ausculta cardíaca: ritmo regular, 2 tempos, bulhas hipofonéticas, sopro sistólico 2+/6 em foco mitral. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular uniformemente diminuído, com roncos em bases e discretos sibilos difusos. Traz exames feitos no último mês (período em que se manteve estável clinicamente): hemograma com hemmoglogina de 18 g/dL,  espirometria com VEF1 pós-broncodilatador de 50% do previsto e relação VEF1/CVF de 0,6, gasometria arterial em ar ambiente com PaO₂ de 57 mmHg. Além do abandono do tabagismo, a conduta terapêutica mais apropriada neste momento inclui a associação de

Alternativas

  1. A) broncodilatadores de longa ação e oxigenioterapia domiciliar.
  2. B) curso de corticoide oral e solicitação de ecocardiografia transtorácica.
  3. C) broncodilatadores de longa ação, curso de corticoide oral, solicitação de dosagem de peptídeo natriurético cerebral (BNP).
  4. D) oxigenioterapia domiciliar, solicitação de dosagem de BNP e ecocardiografia transtorácica.

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