DPI na Esclerose Sistêmica: Diagnóstico e Manejo

SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2024

Enunciado

Leia o caso clínico a seguir.Paciente de 45 anos de idade, sexo feminino, com diagnóstico de esclerose sistêmica há 3 anos. Evoluiu há 1 ano com dispneia progressiva até moderados esforços mMRC2, associado com tosse seca esporádica. Nega outros sintomas associados. Extabagista, parou há 3 anos, cerca de 20 maços/ano. Veio encaminhada do reumatologista para avaliação. Ao exame, apresenta saturação periférica de oxigênio 95% em ar ambiente, estertores finos bibasais. Teve uma calopsita por 10 anos na infância. Nega contato com mofo. Faz uso apenas de micofenolato. Nega uso de medicações prévias. Nega radioterapia.Espirometria: cvf 2,80(77%) Vef1 2,30 (72%) vef1/cvf 82%Ecocardiograma: sem alterações.Qual é o diagnóstico dessa paciente?

Alternativas

  1. A) Fibrose pulmonar idiopática.
  2. B) Pneumonia bacteriana atípica.
  3. C) Congestão pulmonar.
  4. D) Doença pulmonar intersticial secundária a esclerose sistêmica.

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