CRER - Centro de Reabilitação Dr. Henrique Santillo (GO) — Prova 2015
Qual tratamento é uma opção indicada na Doença de Plummer?
Doença de Plummer (bócio multinodular tóxico) → Tratamento definitivo inclui tireoidectomia ou iodo radioativo.
A Doença de Plummer é uma causa de hipertireoidismo por nódulos tireoidianos autônomos. A tireoidectomia é uma opção de tratamento curativo, especialmente para bócios grandes ou quando outras terapias não são adequadas.
A Doença de Plummer, ou bócio multinodular tóxico, é uma causa comum de hipertireoidismo, especialmente em idosos e em regiões com deficiência de iodo. Caracteriza-se pela presença de nódulos tireoidianos que funcionam autonomamente, produzindo excesso de hormônios tireoidianos (T3 e T4) independentemente do estímulo do TSH. Diferente da Doença de Graves, não é uma doença autoimune e não apresenta oftalmopatia ou dermopatia. O diagnóstico é confirmado por exames de função tireoidiana (TSH suprimido, T3/T4 elevados) e cintilografia de tireoide, que mostra captação aumentada nos nódulos e supressão do tecido tireoidiano circundante. O tratamento da Doença de Plummer visa controlar o hipertireoidismo e reduzir o tamanho do bócio, se necessário. As principais modalidades terapêuticas incluem drogas antitireoidianas (DATs), iodo radioativo (I-131) e cirurgia (tireoidectomia). As DATs, como metimazol, são usadas para controle inicial dos sintomas, mas raramente levam à remissão a longo prazo. A tireoidectomia é uma opção de tratamento definitivo e curativo, especialmente indicada para pacientes com bócios grandes que causam sintomas compressivos (disfagia, dispneia), em casos de suspeita de malignidade em algum nódulo, ou quando o iodo radioativo é contraindicado ou recusado pelo paciente. A cirurgia oferece uma resolução rápida do hipertireoidismo, mas acarreta riscos cirúrgicos e a necessidade de reposição hormonal vitalícia. O iodo radioativo é outra opção definitiva eficaz, que destrói seletivamente o tecido tireoidiano hiperfuncionante. A escolha do tratamento depende das características do paciente, tamanho do bócio, comorbidades e preferências individuais.
A Doença de Plummer, também conhecida como bócio multinodular tóxico ou adenoma tóxico, é uma condição em que um ou mais nódulos na glândula tireoide se tornam autônomos, produzindo hormônios tireoidianos em excesso, independentemente do controle do TSH, levando ao hipertireoidismo.
Outras opções de tratamento incluem a terapia com iodo radioativo (I-131), que destrói as células tireoidianas hiperativas, e o uso de drogas antitireoidianas (como metimazol ou propiltiouracil) para controle sintomático, especialmente antes de tratamentos definitivos.
A tireoidectomia pode ser preferível em casos de bócios muito grandes que causam sintomas compressivos, suspeita de malignidade em algum nódulo, ou quando o paciente tem contraindicações ao iodo radioativo, como gravidez ou amamentação.
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