UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2015
Na fase inicial da doença de Parkinson:
Amantadina em Parkinson pode causar edema periférico e alucinações, sendo útil para discinesias e sintomas leves.
A amantadina é um fármaco que pode ser utilizado na doença de Parkinson, especialmente para discinesias induzidas por levodopa ou para sintomas leves na fase inicial. É importante estar ciente de seus efeitos adversos, como edema periférico e alucinações, que podem limitar seu uso.
A doença de Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo progressivo caracterizado pela perda de neurônios dopaminérgicos na substância negra, resultando em sintomas motores como tremor de repouso, bradicinesia, rigidez e instabilidade postural. Na fase inicial, o tratamento visa controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, com a escolha da medicação dependendo da idade do paciente, gravidade dos sintomas e presença de comorbidades. A fisiopatologia central envolve a deficiência de dopamina nos gânglios da base. O diagnóstico é clínico, baseado na presença de bradicinesia associada a tremor de repouso ou rigidez. Na fase inicial, a estratégia terapêutica busca equilibrar o controle sintomático com a minimização de efeitos adversos a longo prazo, como as discinesias induzidas pela levodopa. As opções de tratamento incluem levodopa (o mais potente), agonistas dopaminérgicos, inibidores da MAO-B, inibidores da COMT e, em alguns casos, anticolinérgicos ou amantadina. A amantadina, embora não seja a primeira linha para todos, pode ser útil para sintomas leves na fase inicial ou, mais comumente, para reduzir as discinesias induzidas pela levodopa. É importante monitorar seus efeitos adversos, como edema periférico e alucinações, especialmente em idosos.
Os sintomas iniciais incluem tremor de repouso, bradicinesia (lentidão de movimentos), rigidez e instabilidade postural. O tremor é frequentemente o primeiro sintoma percebido.
A amantadina pode ser usada para sintomas leves na fase inicial, ou mais comumente para tratar discinesias induzidas pela levodopa em fases mais avançadas da doença.
Os efeitos adversos incluem livedo reticular, edema periférico (especialmente em membros inferiores), náuseas, tontura, insônia e, em pacientes idosos ou com disfunção renal, maior risco de alucinações e confusão mental.
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