Disfonia Ocupacional: CAT e Reabilitação para Professores
PSU-AL - Processo Seletivo Unificado de Alagoas — Prova 2019
Enunciado
MJS, 45 anos, professora de história do ensino médio há 20 anos, trabalha com carteira assinada em uma instituição de ensino privada onde tem jornada semanal variável de 40 a 48 horas. Há 12 meses vem evoluindo com perda súbita da voz durante as aulas, perda de volume da voz, tosse seca e rouquidão. Procurou médico otorrinolaringologista que diagnosticou calo de pregas vocais relacionado ao trabalho e prescreveu repouso vocal por 30 dias com afastamento do trabalho e reabilitação com fonoaudiólogo. O médico assistente orientou ainda MJS a procurar o médico do trabalho da instituição contratante, o qual, CORRETAMENTE, adotou as seguintes condutas:
Alternativas
A) Emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), solicitação de investigação do ambiente de trabalho pelo Ministério do trabalho e solicitação à direção da escola de pagamento de adicional de insalubridade.
B) Emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), relatório de encaminhamento da docente à perícia do INSS, solicitação à direção da escola de sala com menor ruído de fundo, menor número de alunos e aparelho de amplificação de som para a docente quando retorno ao trabalho.
C) Encaminhamento da docente para a Unidade Básica de Saúde para emissão da notificação ao SINAN e do laudo de insalubridade, encaminhamento ao INSS com solicitação de pecúlio de acidente de trabalho e afastamento definitivo da atividade docente.
D) Emissão da notificação ao SINAN, encaminhamento à perícia de acidente de trabalho do INSS com solicitação de pagamento de adicional de insalubridade à docente, envio de relatório com situação detalhada da docente à direção da escola.
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