UNESC - Centro Universitário do Espírito Santo — Prova 2025
A doença meningocócica é uma infecção bacteriana aguda. Quando se apresenta na forma de doença invasiva, caracteriza-se por uma ou mais síndromes clínicas, sendo a meningite meningocócica a mais frequente delas e a meningococcemia, a forma mais grave. Em relação a doença meningocócica, é verdadeiro afirmar:
Doença meningocócica: reservatório = homem, colonização = nasofaringe.
A Neisseria meningitidis é um diplococo Gram-negativo cujo único reservatório natural é o ser humano, colonizando a nasofaringe de indivíduos assintomáticos, o que facilita a transmissão por gotículas respiratórias.
A doença meningocócica é uma infecção bacteriana aguda causada pela Neisseria meningitidis, um diplococo Gram-negativo. É uma condição grave, com alta morbimortalidade, que pode se manifestar como meningite (inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal) ou meningococcemia (infecção generalizada com sepse e choque). A doença é de notificação compulsória e tem importância epidemiológica devido ao seu potencial de causar surtos. O reservatório exclusivo da Neisseria meningitidis é o ser humano, e a bactéria coloniza a nasofaringe de indivíduos assintomáticos, que atuam como portadores. A transmissão ocorre por gotículas respiratórias, especialmente em ambientes fechados e aglomerados. O diagnóstico é feito por cultura de líquor ou sangue, ou por métodos moleculares como PCR. A suspeita clínica é crucial, baseada em sintomas como febre, cefaleia, rigidez de nuca, fotofobia e, na meningococcemia, rash petequial ou purpúrico. O tratamento é feito com antibióticos intravenosos de amplo espectro, como ceftriaxona ou penicilina G, iniciados o mais rápido possível. A quimioprofilaxia é indicada para contatos próximos do caso índice para prevenir casos secundários, mas não oferece proteção absoluta e prolongada. A vacinação é a principal medida preventiva a longo prazo, com vacinas disponíveis para diferentes sorogrupos.
O agente é a Neisseria meningitidis, um diplococo Gram-negativo, aeróbico, imóvel e oxidase-positivo, com vários sorogrupos (A, B, C, Y, W-135).
A transmissão ocorre por meio de gotículas respiratórias ou contato direto com secreções de nasofaringe de pessoas infectadas ou portadores assintomáticos.
As principais formas são a meningite meningocócica (inflamação das meninges) e a meningococcemia (infecção sistêmica grave com sepse e rash cutâneo), que pode ser fulminante.
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