Doença de Kawasaki: Diagnóstico e Manejo da Febre Persistente

HEAA-FMC - Hospital Escola Álvaro Alvim (RJ) — Prova 2017

Enunciado

Pré-escolar de 28 meses foi levado ao pediatra com história de febre há sete dias, exantema maculopapular disseminado, hiperemia de orofaringe, lábios vermelhos e fissurados, hiperemia ocular, adenomeglia cervical e edema de mãos e pés. No segundo dia de febre a mãe havia iniciado amoxicilina em doses corretas sem melhora. Hemograma: hb: 10,5g/dl; leucócitos: 16000/mm3 com 10% de formas jovens; plaquetas: 420.000/mm3. Ecocardiograma: normal. Foi suspenso o antibiótico, prescrito ácido acetilsalicílico (80mg/kg/dia) e imunoglobulina venosa (2g/kg). A febre cedeu no dia seguinte, mas retornou após 24 horas. Hoje está no 10° dia de febre. O diagnóstico provável e a conduta terapêutica indicada neste momento são:

Alternativas

  1. A) Escarlatina; iniciar cefalosporina por via oral;
  2. B) Virose exantemática; manter medicação sintomática.
  3. C) Doença de Kawasaki; repetir imonuglobulina venosa.
  4. D) Escarlatina; iniciar amoxicilina-ácido clavulânico por via oral.
  5. E) Doença de Kawasaki; aumentar a dose de ácido acetilsalicílico.

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