HSL/Sírio - Hospital Sírio-Libanês (SP) — Prova 2024
Criança de 21 meses de idade apresenta quadro clínico compatível com Doença de Kawasaki. O sinal ou sintoma que NÃO está incluído como critério diagnóstico dessa doença é:
Miocardite é complicação da Doença de Kawasaki, NÃO critério diagnóstico. Critérios: febre >5d + 4 de 5 (conjuntivite, oral, extremidades, exantema, linfonodomegalia).
A Doença de Kawasaki é uma vasculite sistêmica aguda da infância, diagnosticada pela presença de febre prolongada e pelo menos quatro dos cinco critérios clínicos principais. Miocardite é uma complicação cardíaca grave, mas não faz parte dos critérios diagnósticos primários.
A Doença de Kawasaki é a vasculite sistêmica mais comum na infância, afetando predominantemente crianças menores de 5 anos. É uma causa importante de doença cardíaca adquirida em crianças, sendo crucial o reconhecimento precoce e o tratamento adequado para prevenir complicações graves. O diagnóstico da Doença de Kawasaki é clínico, baseado na presença de febre por pelo menos cinco dias e quatro dos cinco critérios principais: conjuntivite bilateral não purulenta, alterações orais (língua em framboesa, lábios fissurados), alterações de extremidades (edema, eritema, descamação), exantema polimorfo e linfonodomegalia cervical. A miocardite é uma complicação cardíaca que pode ocorrer, mas não é um critério diagnóstico primário. O tratamento precoce com imunoglobulina intravenosa (IVIG) e ácido acetilsalicílico (AAS) é fundamental para reduzir a inflamação e prevenir a formação de aneurismas de artérias coronárias, a complicação mais grave. O acompanhamento cardiológico é essencial para monitorar a função cardíaca e a integridade das artérias coronárias.
Os cinco critérios são: conjuntivite bilateral não purulenta, alterações orais (língua em framboesa, lábios fissurados), alterações de extremidades (edema, eritema, descamação), exantema polimorfo e linfonodomegalia cervical.
A complicação mais temida é a formação de aneurismas nas artérias coronárias, que pode levar a infarto do miocárdio, isquemia e morte súbita.
O tratamento principal consiste em imunoglobulina intravenosa (IVIG) e ácido acetilsalicílico (AAS) em altas doses na fase aguda, para reduzir o risco de aneurismas coronarianos.
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