DIP e DIU: Diagnóstico e Manejo em Usuárias

SMS Florianópolis - Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis (SC) — Prova 2020

Enunciado

Júlia, 23 anos, com uma gravidez prévia e parto vaginal, usuária de dispositivo intrauterino (DIU) de cobre, inserido em sua Unidade Básica de Saúde no último ano, vem à consulta com a médica Fernanda, queixando-se de dor recorrente em baixo ventre, associada à corrimento vaginal leve e dispareunia. Questionada sobre história sexual, conta que está em um novo relacionamento há cerca de 6 meses e que tem relações sexuais desprotegidas, mas que seu parceiro está assintomático. Nega febre, alterações do ciclo menstrual ou outros sintomas. Ao exame ginecológico apresenta corrimento cervical purulento, além de dor à mobilização do colo uterino e à palpação de anexos, porém sem sinais de irritação peritoneal. Em relação ao manejo do caso por Fernanda, é correto afirmar que o diagnóstico clínico, o tratamento instituído e a conduta adequada em relação ao DIU são:

Alternativas

  1. A) diagnóstico de cervicite mucopurulenta, estando indicado o tratamento ambulatorial com antibioticoterapia e dose única, não sendo necessária a remoção do DIU;
  2. B) diagnóstico de doença inflamatória pélvica, estando indicado antibioticoterapia ambulatorial, com definição sobre retirada do DIU em reavaliação clínica breve depois das primeiras doses do esquema terapêutico
  3. C) diagnóstico de doença inflamatória pélvica, estando indicado antibioticoterapia ambulatorial, com remoção imediata do DIU na própria unidade, pelo risco de complicações
  4. D) diagnóstico de doença inflamatória pélvica, estando indicado o referenciamento para antibioticoterapia hospitalar pela apresentação clinica em usuária de DIU, que deve ser removido imediatamente

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