DIP: Diagnóstico, Sintomas e Tratamento Ambulatorial

INCA - Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (RJ) — Prova 2016

Enunciado

Paciente de 26 anos usuária de anticoncepcional oral combinado há um ano, procura consultório ginecológico queixando-se de dor pélvica, dispareunia e corrimento vaginal há 7 dias. Ao exame clínico apresenta bom estado geral, abdome doloroso à palpação profunda em região suprapúbica, mas sem massas palpáveis ou visceromegalias. Presença de secreção vaginal mucopurulenta no exame especular. Ao toque ginecológico: colo doloroso à mobilização e ausência de massas anexiais. Relata ciclos menstruais regulares, vida sexual ativa e sem parceiro fixo. Em relação a essa paciente, assinale a conduta inicial CORRETA:

Alternativas

  1. A) Colher secreção vaginal para cultura e aguardar resultado para iniciar tratamento específico.
  2. B) Internar a paciente e solicitar exame de urina de urgência, iniciar antibioticoterapia venosa com cobertura para patógenos Gram-negativos.
  3. C) Iniciar antibioticoterapia oral que proporcione cobertura empírica de amplo espectro dos patógenos mais prováveis, com acompanhamento ambulatorial para DIP (Doença Inflamatória Pélvica).
  4. D) Solicitar tomografia de urgência e chamar a equipe da cirurgia geral para avaliar.

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