FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2021
A doença inflamatória pélvica é uma infecção do trato genitor superior e, geralmente, ocorre quando bactérias sexualmente transmissíveis se propagam da vagina para o útero, tubas uterinas ou ovários. É causada pela disseminação da infecção via cérvice, sendo seus sintomas característicos, EXCETO:
DIP = infecção trato genital superior; sintomas incluem dor pélvica, corrimento, febre, EXCETO comichão (prurido).
A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma infecção grave do trato genital superior, com sintomas como dor abdominopélvica, corrimento vaginal e febre. Comichão (prurido) é um sintoma inespecífico, mais associado a vulvovaginites ou infecções fúngicas, e não é um sintoma característico da DIP.
A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma condição clínica séria que representa uma infecção do trato genital superior feminino, abrangendo o útero, tubas uterinas e ovários. Geralmente, ocorre pela ascensão de microrganismos da vagina e cérvice, sendo as bactérias sexualmente transmissíveis, como Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, os principais agentes etiológicos. A DIP é uma causa significativa de morbidade ginecológica, incluindo dor pélvica crônica, infertilidade e gravidez ectópica. A fisiopatologia da DIP envolve a disseminação da infecção via cérvice, onde os patógenos induzem uma resposta inflamatória nos órgãos pélvicos. Os sintomas característicos incluem dor abdominopélvica (geralmente bilateral e de início recente), corrimento vaginal anormal (muitas vezes purulento e com odor fétido), febre, tremores, náuseas, vômitos e disúria. Ao exame físico, a dor à mobilização do colo uterino e à palpação anexial são sinais clássicos que auxiliam no diagnóstico. É crucial diferenciar os sintomas da DIP de outras condições ginecológicas. O prurido (comichão) vaginal, embora um sintoma comum em infecções do trato genital inferior como vulvovaginites, não é um sintoma característico da DIP. O tratamento da DIP é geralmente empírico, com antibióticos de amplo espectro para cobrir os patógenos mais comuns, e deve ser iniciado precocemente para prevenir complicações a longo prazo. A educação sobre práticas sexuais seguras é fundamental para a prevenção.
Os sintomas mais comuns da DIP incluem dor abdominopélvica (geralmente bilateral), corrimento vaginal anormal (purulento ou com odor), febre, tremores, disúria, dispareunia e sangramento uterino anormal. A dor à mobilização do colo uterino é um sinal clássico ao exame físico.
O prurido vaginal (comichão) é mais frequentemente associado a infecções vaginais ou vulvares, como candidíase ou vaginose bacteriana, que são infecções do trato genital inferior. A DIP envolve o trato genital superior (útero, tubas, ovários), e o prurido não é um sintoma direto dessa inflamação.
A DIP é geralmente causada pela ascensão de bactérias sexualmente transmissíveis da vagina e colo do útero para o trato genital superior. Os principais patógenos são Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, mas também pode envolver bactérias da flora vaginal.
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