HVC-SP - Hospital Vera Cruz (SP) [INATIVO] — Prova 2024
Mulher de 37 anos de idade compareceu à unidade de pronto atendimento com queixa de leucorreia de odor fétido e prurido vaginal há 1 semana. É previamente hígida e não faz uso de medicações contínuas. Relata ter vida sexual ativa, com múltiplos parceiros e uso irregular de preservativo. É usuária de dispositivo intrauterino (DIU) de cobre há 2 anos, relatando ter ciclos menstruais regulares e negando atraso menstrual atual. Ao exame, apresenta leucorreia amarelada em moderada quantidade, de odor fétido, e hiperemia de mucosa vaginal. Três dias após o início do tratamento inicial, a paciente retorna ao serviço com queixa de dor pélvica importante, dispareunia de profundidade e mal-estar. Ao exame, está em regular estado geral, com Tax 38,2°C, sendo vista leucorreia de grande quantidade saindo pelo orifício do colo uterino, com o fio do DIU visível. Também apresentava dor intensa à mobilização do colo uterino e uma massa palpável em região anexial direita. A dosagem de beta gonadotrofina coriônica humana (beta-hCG) foi negativa. Qual é a conduta que deve ser adotada neste momento?
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