Doença Inflamatória Pélvica: Diagnóstico e Sequela

UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2021

Enunciado

Paciente, 24 anos, dá entrada na emergência do HUAP com queixa de dor intensa em região pélvica. Ao exame físico, identifica-se oxilação taquicardia (FC: 110 bpm), temperatura axilar de 38,6ºC, PA: 100x54 mmHg. No exame especular, visualiza-se secreção mucopurulenta em orifício externo de colo uterino. Toque bimanual evidencia dor à mobilização do colo, dor à mobilização do fundo do útero (hipogástrio) e dor em regiões anexiais, com descompressão dolorosa de região abdominal e pélvica. Com base no caso descrito, marque a opção verdadeira.

Alternativas

  1. A) A parceria sexual dessa paciente somente deve ser tratada se for sintomática.
  2. B) O quadro clínico é de doença inflamatória pélvica, e justificado por apresentar dois critérios maiores e dois critérios menores.
  3. C) Ainda é necessária a presença de um critério elaborado para fechar o diagnóstico de doença inflamatória pélvica.
  4. D) Os fatores de risco para tal patologia compreendem o uso crônico de anticoncepcional oral combinado, múltiplas parcerias sexuais, ser usuária de DIU concomitante à cervicite, além de infecções sexualmente transmissíveis prévias ou atuais.
  5. E) Infertilidade e dor pélvica crônica podem surgir como consequências de aderências pélvicas oriundas desta patologia.

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